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É um mundo cruel para as mulheres. Porém, paciência se ninguém ousa fazer uma rebelião. Todo sistema ditador é igual: não adianta reclamar dele se você não luta contra.

Até hoje o comportamento feminino é condicionado e relacionado a um só objetivo: arrumar um homem! Quer me irritar? Pergunte se eu tenho um encontro quando eu estiver mais produzida do que o habitual! Isso me mata!

Se você passa boa parte dos seus dias em roupas simples e confortáveis, e depois resolve fazer algo a mais, pronto! Gera burburinho. Cortou o cabelo? Aí tem! Trocou de perfume? Aí tem! Usou maquiagem? Aí tem!

Por favor, não pense que julgo errado fazer um look mal intecionado para conquistar alguém. A parte entendiante e chata é relacionar toda atitude à conquista! Pior ainda é fazer o caminho inverso: propor essa finalidade como forma de mudar as atitudes: Está chateada? Arrume um cara! Está triste? Arrume um cara! Está carente? Arrume um cara!

Gente! Atualmente, é possível imprimir comida, há uma robô em Marte, a gente faz compras sem sair de casa, as mulheres do ocidente têm a sorte de fazer escolhas com liberdade, e no entanto, a lei suprema da bisavó ainda ecoa na cabeça de muitas: “se você não for prendada, não arruma bom partido”. Posso ver a frase escrita em um pergaminho cheio de poeira.

A má e boa notícia é que ninguém conduz o destino. Pessoas conhecem pessoas até em sala de hospital, e nada pode determinar o sucesso de uma relação. Logo, não adianta montar uma artilharia de guerra e viver apenas para atingir um alvo.

Olha, só sei que, de fato, ninguém tem nada a ver com seus problemas. Às vezes um cara resolve, às vezes um chocolate resolve. O importante é ser madura o suficiente para sacar qual dos dois, no futuro, não lhe fará chorar de culpa e engordar.

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