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Autoestima: essa é a palavra da vez. O termo já apareceu milhares de vezes nos últimos dois anos, seja em comerciais de cosméticos que apoiam a real beleza ou nos livros de autoajuda mais vendidos.

Ela é a palavra centralizadora de inúmeros comportamentos. É a autoestima que faz você cultivar sua grama ao invés de passar a vida admirando o jardim vizinho.

É esse termo que será a força motriz capaz de transformar sonhos em atitudes.  Que vai derrubar aquelas declarações clichês, como “ninguém me ama”, “forever alone”, “nada pra mim dá certo”…

Pra uma terra dar frutos e oferecer o que você espera, é indispensável prepará-la. É importante deixá-la limpa, produtiva e alimentada. Assim é a vida: reclamações não geram frutos, somente as atitudes são capazes disso.

Por isso, cultive seu terreno, deixe-o livre de palavras daninhas como “não posso”, “só acontece comigo”, “medo” e “mas”. Aliás, a palavra “mas” é maior inimiga do amor próprio. “Mas” coloca você numa condição de troca que não deveria existir: “é uma pessoa violenta, mas me trata com carinho”, “não está aqui o tempo todo, mas é uma pessoa legal”, “não tenho aceitação das pessoas, mas são essas as únicas que posso contar”, “não aprova meus amigos, mas me ajuda nas tarefas difíceis”. Tem coisas que você merece integralmente, sem precisar aceitar condições absurdas.

Com autoestima e sem “mas”, o jardim floresce. Porque se caras legais já têm namorada, aquelas que os conquistaram devem ter, no mínimo, um “jardim bonito” e um coração bom para plantar expectativas. 

Enfim, ninguém vai se apaixonar por você, se nem você foi capaz disso ainda.

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